sexta-feira, 15 de junho de 2007

Trabalho*


Um mundo Artístico

Falar de um artista, é abrir portas e janelas pra falar do mundo e sua belezas, das artes e sua clareza, da imaginação e de ser livre. É ser abstrato e possuir o livre poder de criar de dentro de si, de formas e opiniões diferentes, sem obrigação.
Eles fazem toda a diferença, principalmente dentro da Literatura, vemos o mundo de outro jeito, as cores mudam, basta saber enxergar e usar a imaginação, q assim se da uma evolução, em busca de nunca deixar as coisas estagnadas, procurando florescer em busca de luz e deixando a sociedade mais ligada ao seu trabalho.
Ele faz sua imaginação q muitas vezes vem ao acaso dependendo da liberdade de si próprio, transformam em arte real. Uma obra de arte é, essencialmente, emoção que o artista tenta passar para o público, tentando sempre atingir a idéia deles.
O artista possui a função de ousar, libertar, criar, mudar buscando inserir para seu publico a emoção de uma realidade a viver em busca de “erros” para com isso aprender ainda mais e deixar-se voar para junto dessa arte abstrata.




[ Ufaaaaaaaaa...por poucoo...tirei bem do fundo da minha imaginação]

* espero q goste Ge...Beijos!

quinta-feira, 7 de junho de 2007

SIMBOLISMO

Originado da França, o simbolismo quis na época realista reagir contra objetividade do periodo, gararantindo o conceito de que a arte é mais fruto da inspiração do que da técnica . A poesia simbolista surge então misteriosa, indefinida...

Os autores mais conhecidos dessa época são: Cruz e Souza, Alphonsus Guimaraens.

* O simbolismo nas artes plásticas, tal como na poesia, apresentava forte misticismo e referências ao oculto. Procurava diminuir o hiato entre o mundo material e o espiritual. Os pintores deveriam expressar, através de imagens, esses temas e essa visão de mundo, desenvolvidas pelos poetas simbolistas em sua linguagem.



Velhas Tristezas


Diluências de luz, velhas tristezas das almas que morreram para a luta! Sois as sombras amadas de belezas hoje mais frias do que a pedra bruta.
Murmúrios ncógnitos de gruta onde o Mar canta os salmos e as rudezas de obscuras religiões — voz impoluta de todas as titânicas grandezas.
Passai, lembrando as sensações antigas, paixões que foram já dóceis amigas, na luz de eternos sóis glorificadas.
Alegrias de há tempos! E hoje e agora, velhas tristezas que se vão embora no poente da Saudade amortalhadas! ...